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Livro mostra que pode ser perigoso brincar com invocação espiritual

Publicação explica como essa ação, que é aparentemente inofensiva, pode trazer resultados preocupantes
Seja por meio de copos, pêndulos, compassos ou outros objetos, as pessoas têm muita curiosidade sobre o futuro, e os jovens mais ainda. Então invocam espíritos, pedindo principalmente que adivinhem os acontecimentos futuros e, até mesmo, orientações particulares. Mas essas brincadeiras são inofensivas? Quem faz os movimentos? É o que explica o livro 'Copos que andam – Uma simples brincadeira?'.
Clássico entre as publicações espíritas, a obra chega às livrarias num novo projeto gráfico, pela Petit Editora. Em 'Copos que andam', a médium Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho – por intermédio do espírito Antônio Carlos – conta a história da jovem Nely. Sem saber da gravidade do jogo, ela acaba se envolvendo com entidades trevosas que quase a levam à loucura.

Além de ter como ponto principal um tema intrigante, este livro também é um alerta para quem tem curiosidade sobre o assunto. Muitas dúvidas são esclarecidas sobre o que há por trás da aparente “brincadeira” dos copos que andam. Numa estrutura de diálogos, a obra esclarece quem são os espíritos que aparecem neste tipo de invocação: “Sabemos que os bons espíritos, os trabalhadores, não têm tempo para essas futilidades, mas os desocupados estão sempre prontos para atendê-los”.

Copos que andam, além de ser leitura obrigatória para quem segue a doutrina espírita, é uma publicação mais do que interessante para todas as pessoas conhecerem a verdade por trás dessa brincadeira tão praticada na época da juventude. Quem acredita que “copos que andam” é apenas uma brincadeira inofensiva, mudará completamente de opinião ao ler o livro.
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